Henri Sardou, o “Harry” da mágica no Brasil, Mira no Próximo ciclo de Crescimento do Ilusionismo

Últimas NotíciasHenri Sardou, o “Harry” da mágica no Brasil, Mira no Próximo ciclo...

Grupo Harry projeta dobrar faturamento e liderar a nova era do ilusionismo no Brasil

Head da Harry Digital e multiempresário do setor de ilusionismo, Henri Sardou anuncia uma nova fase de crescimento do Grupo Harry, que reúne o portal Adoro Mágica, a agência de talentos Contrate Um Mágico e a Harry Digital, especializada em marketing e produção de eventos para artistas da mágica. Em 2025, o grupo ultrapassou R$ 500 mil em faturamento e projeta R$ 1 milhão para 2026.

Descendente do dramaturgo francês Victorien Sardou e parente do cantor Michel Sardou, Henri traz o talento artístico no DNA. Iniciou sua trajetória nos palcos em 1994, com a Cia. do Trem, grupo de teatro universitário. Formado em Desenho Industrial pela UGF, coordenou o Núcleo Integrado de Teatro e Educação (2001–2006) e chegou ao cargo de Coordenador de Produção do Instituto de Arte e Cultura da Universidade Gama Filho.

Na mágica, Henri começou em 2005, frequentando o Círculo Brasileiro de Ilusionismo, profissionalizando-se em seguida e atuando como mágico até 2012. Em 2015, fundou a HoraagaH!, primeira agência digital do país dedicada ao segmento — embrião do que hoje é o Grupo Harry.

O nome “Harry” é uma homenagem a Harry Houdini, maior arquiteto de marca do ilusionismo. Inspirado no rigor estratégico do escapista, que combinava espetáculo, narrativa e relações públicas, Henri desenvolveu um playbook de crescimento para artistas, baseado em:

posicionamento claro;

conteúdo proprietário;

presença na imprensa;

funis digitais;

e turnês com ROI mensurável.

A escolha do nome também reflete um traço pessoal: pela sonoridade, Henri é frequentemente chamado de “Harry”, apelido que acabou virando assinatura de marca.

“A mágica no Brasil vive seu melhor momento: artistas premiados lá fora, presença na TV nacional e norte-americana e plateias cheias. São Paulo já tem ao menos um espetáculo por semana, e a tendência é de aceleração”, afirma Sardou.

Próxima Onda: Entretenimento ancorado em cassinos

Sardou projeta um salto estrutural na indústria com a regulamentação dos jogos de azar, proposta que prevê até 33 cassinos licenciados no país. No horizonte de três anos (até 2028), a expectativa é de ao menos um cassino land based em operação, com alta probabilidade de estar em São Paulo, Rio de Janeiro ou polos turísticos do Nordeste.

“Em mercados maduros, cassinos investem pesado em entretenimento como alavanca de retenção. Las Vegas, Macau e Punta del Este são referências. No Brasil não será diferente. O ilusionismo entrega alto impacto cênico com custo eficiente para programação contínua”, analisa.

Tamanho e Espaço de Crescimento

Estimativas do Grupo Harry indicam que o ilusionismo no Brasil movimenta cerca de R$ 100 milhões/ano, considerando espetáculos em teatros, shows corporativos, feiras, eventos e carnaval. Em comparação, o mercado de eventos total projeta R$ 130 bilhões/ano, revelando baixa penetração atual e um amplo espaço para expansão.

“A mágica ainda é sub-representada como linguagem artística, mas o potencial é extraordinário. Nosso foco está na profissionalização, marketing especializado e produtos escaláveis”, conclui Sardou.

Sobre o Grupo Harry

O Grupo Harry é um ecossistema dedicado ao desenvolvimento sustentável do ilusionismo no Brasil, formado por Adoro Mágica, o principal portal brasileiro de conteúdo, jornalismo e crítica sobre ilusionismo;  a agência Contrate Um Mágico, que faz agenciamento e gestão de carreiras de nomes como Felipe Barbieri, Bernardo Sedlacek, Lucas Toledo, Gui Del Frate e Everton Machado, além da Harry Digital agência de publicidade e produtora focada em branding, mídia, relações públicas e estratégia digital, com cases que incluem Gabriel Louchard, Philip Blue e Ricardo Malerbi. 

O grupo conecta criação, audiência e negócios para transformar a mágica em experiências artísticas e culturais de alto impacto.

Novidades

Streaming domina o mercado musical, mas não representa venda de ingressos

O streaming é, sem dúvidas, a maior revolução do mercado musical Nas últimas décadas. Serviços como Spotify, Apple Music e Deezer dominaram o consumo global de música, tornando-se responsáveis por mais de 65% da receita da indústria fonográfica mundial

Moda, magia e muitas histórias para contar neste Dia das Crianças

Dia das Crianças no Beiramar: presentes que viram histórias e momentos em família – Foto: Isis LacombeNo mundo das crianças, até o...

Manu Buffara: a chef que faz de Curitiba um destino da alta gastronomia

Dá um certo nervoso escrever sobre Manoella Buffara. Longe de ser segredo, a chef paranaense ia ser jornalista. Coisas da vida, de férias nos...

Vai ter ceia, sim! Dicas para comer de tudo e não ficar mal -Sport Life

Chegou o dia 24 de dezembro e, com ele, aquela mesa farta que a gente espera o ano inteiro. Se você seguiu...

Mulheres em destaque no BRICS 2025: representatividade feminina ganha força no cenário global

Cúpula em Brasília reforça o protagonismo das mulheres como fator estratégico para inovação, governança e desenvolvimento sustentável.A presença feminina ocupou espaço de destaque no...