Campanha nacional de vacinação contra a gripe …

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A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza começa neste sábado (28) nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste. Realizada pelo Ministério da Saúde, com apoio de estados e municípios, a mobilização prioriza crianças, gestantes e idosos com 60 anos ou mais, grupos mais suscetíveis a formas graves da doença. A campanha segue até o dia 30 de maio, com vacinação gratuita nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs).

Até agora, a pasta distribuiu 15,7 milhões de doses da vacina contra a gripe. A orientação é que estados e municípios intensifiquem as estratégias já no primeiro mês da campanha, com ações de busca ativa para o alcance imediato dos públicos prioritários. Na Região Norte, a campanha será realizada no segundo semestre, em função da sazonalidade da doença.

A imunização é a principal forma de prevenção contra a influenza e contribui para reduzir casos graves, internações e mortes. A proteção é reforçada anualmente para acompanhar as novas cepas do vírus em circulação. A cada campanha, são disponibilizadas vacinas atualizadas.

Quem deve se vacinar?

A vacina influenza trivalente integra o Calendário Nacional de Vacinação e é recomendada para crianças de 6 meses a menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias), idosos com 60 anos ou mais e gestantes.

Além desses públicos, a imunização é ofertada como estratégia especial para outros grupos prioritários, como profissionais de saúde, indígenas, população em privação de liberdade e pessoas com doenças crônicas.

Para crianças de 6 meses a 8 anos, o esquema vacinal varia conforme o histórico: aquelas já vacinadas anteriormente recebem uma dose, enquanto as não vacinadas recebem duas doses, com intervalo mínimo de quatro semanas.

A aplicação pode ser realizada simultaneamente com outras vacinas do Calendário, como a da Covid-19.

Cenário epidemiológico

Dados preliminares de 2026 apontam aumento na circulação de vírus respiratórios, incluindo a influenza. Até o dia 14 de março, foram notificados 14,3 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no país, com cerca de 840 óbitos. Entre os casos graves, a influenza responde por 28,1% das infecções identificadas.

Fonte: antena1

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