Verde Asset, SPX Capital e JGP têm algo em comum: estão otimistas com o Brasil

NotíciasVerde Asset, SPX Capital e JGP têm algo em comum: estão otimistas...

Ler o resumo da matéria

No painel do Macro Day do BTG Pactual, os gestores Luís Stuhlberger, Rogério Xavier e André Jakurski destacaram menor preocupação com o risco fiscal imediato no Brasil, pois acreditam que qualquer governo eleito em 2026 terá de promover ajuste fiscal em 2027 para evitar colapso da máquina pública.
Stuhlberger ressaltou que a eleição será altamente binária, mas o mercado não precifica cenários extremos. Os gestores veem o Brasil beneficiado por um movimento global de valorização de emergentes, impulsionado pela desvalorização do dólar e busca por ativos reais, reflexo da agenda de Trump.
Apesar do otimismo, Xavier alertou para riscos no mercado de crédito global e desaceleração do mercado de trabalho nos EUA, mas segue confiante nas oportunidades para o Brasil.

* Resumo gerado por inteligência artificial e revisado pelos jornalistas do NeoFeed

O tradicional painel com os gestores André Jakurski, sócio-fundador da JGP; Luís Stuhlberger, sócio-fundador da Verde Asset; e Rogério Xavier, sócio-fundador da SPX Capital, no Macro Day do BTG Pactual teve um tom diferente em 2025 das edições anteriores: menos preocupação com o Brasil e um otimismo do que está por vir.
Até o temor sobre o risco fiscal do início de 2024 parece ter ficado para trás. O motivo, segundo Xavier, é que independentemente do governo que assumir a disputada eleição do ano que vem, um ajuste fiscal sério terá de ser feito no primeiro ano do novo governo ou a máquina pública pode parar.
“Como o próprio ministro Haddad disse, esse arcabouço fiscal não foi o suficiente. Temos um encontro marcado com 2027, pois teremos que fazer um ajuste sério. Seja o Lula ou outro candidato que vencer, não tem jeito”, afirmou o sócio-fundador da SPX.
De acordo com Stuhlberger, essa será a eleição mais binária que o PT já concorreu. “Os preços de apostas de eleições mostram isso. Se a gente achar que a chance de ganhar (PT) é de 50% a 50%, a aposta de hedge a 7% está extremamente barata, mostra que o mercado não vê um cenário de calda pavoroso”, afirmou.
Para os gestores, há uma nova configuração desenhada pelo governo de Donald Trump. A queda da taxa de juros brasileira está contratada, assim como o movimento de valorização do real e a procura pelos ativos brasileiros. Esse é um movimento mundial em busca dos mercados emergentes, uma onda “compradora” que o Brasil pode surfar.
“Não é só no Brasil que a bolsa e a moeda estão subindo, é no México, Chile, Peru. Não tem nada a ver com a gente fazendo certo ou errado, é força para emergentes e papo encerrado. A China era “investível” há 2 anos e agora as ações já subiram 40% enquanto as ações nos EUA, 17%”, diz Jakurski.
Entre os bons ventos de fora, o que deve continuar é a desvalorização do dólar, mesmo que aconteça com menos intensidade. E esse movimento acontece mesmo com a bolsa americana renovando recordes, o que levaria, em tese, a uma entrada de dinheiro e consequente valorização da moeda americana.
“O dólar para desvalorizar não precisa ter saído dos Estados Unidos, basta não ter entrada adicional. Com déficit em conta-corrente gigante, uma pequena desaceleração na entrada de dinheiro já mexe no preço, e por isso a moeda tem se desvalorizado”, diz o sócio-fundador da JGP.
Stuhlberger pontuou que o dólar está caindo de uma base muito alta, mas além disso a agenda do governo Trump é clara: desvalorização cambial. E isso tem levado o mundo a buscar ativos reais.
“O mercado sabe que o Trump quer desvalorizar o dólar. Não é só no Brasil que tem esse boom de infraestrutura. É um movimento global de proteção da inflação”, disse o sócio-fundador da Verde.
Dos três titãs, Xavier se mostrou cauteloso quanto a essa dinâmica. Ele citou como exemplo 2007. Depois das altas recordes das bolsas americanas aconteceu a crise financeira de 2009. Desta vez, a base para todo esse hype das ações americanas é uma grande incerteza com o modelo de negócio da inteligência artificial.
Xavier também chamou a atenção para um risco real: o mercado de crédito, cujo spread está nas mínimas. “A dicotomia está entre Wall Street e Main Street. O mercado de trabalho nos Estados Unido tá perdendo dinamismo, e não é de agora; é há dois anos. É um sinal preocupante. Para onde vai a economia mundial. Ásia e Europa também estão com os dados horrorosos”, disse ele. “Mas estou otimista com a possibilidade que se abre para o Brasil”.

Fonte: Neofeed

Novidades

The Actor Awards: veja a lista completa de …

“Pecadores” foi o grande vencedor da 32ª edição do The Actor Awards, premiação organizada pelo Sindicato dos Atores dos Estados Unidos. Em uma cerimônia...

Camarote Bar Brahma consolida São Paulo como capital do Carnaval de experiência, negócios e cultura

Ao completar 26 anos, o Camarote Bar Brahma amplia seu papel no Sambódromo do Anhembi ao integrar entretenimento, relacionamento corporativo, turismo e economia criativa,...

Séries e filmes que impactaram o universo da moda

Quem nunca assistiu alguma série ou filme e ficou bem impressionado com as peças dos personagens? Apostamos que você já, assim como nós. Por...

Em cena na Dolce & Gabbana outono de 2026 com Madonna na primeira fila: renda preta, agasalhos marcantes e identidade como o máximo luxo

Dolce & Gabbana apresentou uma coleção outono 2026 com trilha sonora de Madonna—“Curve-se”, “Vou lembrar,” e muito mais - enquanto Madonna sentou-se na primeira...

Geração Z abandona redes sociais e prioriza o movimento -Sport Life

A Geração Z tem promovido uma mudança relevante na forma como se relaciona com tecnologia, saúde e bem-estar. De acordo com dados...