Dolce & Gabbana apresentou uma coleção outono 2026 com trilha sonora de Madonna—“Curve-se”, “Vou lembrar,” e muito mais – enquanto Madonna sentou-se na primeira fila ao lado de Anna Wintour.

Uma energia frenética encheu a sala enquanto as modelos se viravam no meio da caminhada para revelar jaquetas usadas ao contrário, provando que a frente pode ser as costas e reforçando a ideia de ficar bem indo e vindo.
Enraizada na crença de que a identidade é o luxo máximo, a coleção centrou-se na presença e não na nostalgia. A Sicília emergiu como emoção, o negro como força, a renda como intimidade e a alfaiataria como autoridade. Feminilidade e masculinidade permaneceram em constante diálogo, com o corpo afirmado e não oculto. Os códigos da casa – sensualidade, devoção, glamour e habilidade artesanal – foram fundidos em uma estética instantaneamente reconhecível por sua autenticidade e paixão, ressaltando uma história de permanecer fiel a si mesmo.
Vestidos de renda transparente, tops com espartilhos e saias lápis transparentes foram colocados sob casacos de pele sintética e agasalhos dramáticos. Os blazers ameixa foram estilizados com meias até o joelho, enquanto os ternos risca de giz com linhas mais grossas acenavam com influências da moda masculina. As malhas pareciam transparentes, a lingerie era usada por baixo de casacos substanciais e os casacos chevron com detalhes de pele reforçavam a ênfase da coleção em casacos extravagantes. Agasalhos finalmente emergiram como o elemento definidor do desfile.
Uma paleta contida de preto, branco e cinza embasou a coleção, executada em veludo, lã e algodão. Os acessórios incluíam bolsas de pele, mochilas de malha, bolsas de tapeçaria e bolsas de crocodilo em preto e bordô, complementadas com meias até a coxa para completar o visual.
Crédito da foto: Cortesia de Dolce & Gabbana
