H&M chega ao Brasil com ambições de ampliar …

ModaH&M chega ao Brasil com ambições de ampliar …

Por Luciana Magalhaes

SÃO PAULO (Reuters) – A varejista sueca H&M abriu sua primeira loja física no Brasil neste sábado e lançou operações online no país, onde já está produzindo alguns itens localmente, incluindo calçados e moda praia.

O objetivo de curto prazo da empresa é inaugurar um total de quatro lojas no Estado de São Paulo nos próximos meses, disse Joaquim Pereira, executivo responsável pelas operações da H&M Brasil, em entrevista na sexta-feira.

‘Esse romance com o Brasil já existe há muito tempo,’, disse o executivo, observando que os planos da H&M de se estabelecer no país evoluíram ao longo de vários anos.

A primeira loja brasileira fica no Shopping Iguatemi, em São Paulo, com foco exclusivo na moda feminina, enquanto a segunda, que abrirá em breve no Shopping Anália Franco, também em São Paulo, terá uma oferta mais ampla, incluindo moda feminina, masculina e infantil.

‘Queremos ter preços que sejam inclusivos’, disse Magnus Olsson, gerente regional da H&M para o Hemisfério Sul, acrescentando que a ‘ambição’ da empresa é aumentar a produção local, desde que mantendo seus padrões globais. Olsson supervisiona as operações da H&M na América do Sul, incluindo também Uruguai, Chile e Peru e em breve no Paraguai, para onde a H&M pretende se expandir em 2026.

Além das lojas físicas, a rede varejista construiu um centro de distribuição de 25.000 metros quadrados no estado de Minas Gerais, que pode ser expandido para cerca de 40.000 metros quadrados, disseram os executivos.

Por enquanto, a operação local da H&M está produzindo sapatos, roupas de praia e jeans no Brasil e importando os outros produtos de diferentes mercados, incluindo Índia, Bangladesh e Portugal.

A H&M tem planos para uma expansão física nacional, mas os diretores não especificaram o cronograma ou possível localização das próximas unidades. A varejista também não divulgou seu investimento no Brasil.

Os executivos disseram que a H&M implementou um cronograma de trabalho de cinco dias com dois dias de descanso para seus funcionários, observando que seu objetivo é competir localmente, não apenas enfrentando empresas chinesas como a Shein, que frequentemente oferece produtos a preços abaixo da média.

‘No Brasil, há muitas marcas nacionais muito boas, muito boas mesmo. A nível de preço, a nível de qualidade. Eu acho que é um mercado muito, muito competitivo, independentemente, seja empresa chinesa, seja empresa local,’ disse Pereira.

Fonte: antena1

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