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Se no primeiro filme “O Diabo Veste Prada”, de 2006, o fetiche era uma Birkin carregada com desdém por Meryl Streep, agora o luxo ganhou um toque irônico — e crocante. A estreia de “O Diabo Veste Prada 2” vem acompanhada de uma avalanche de collabs que traduzem esse novo momento da moda, vinte anos depois: menos intocável, mais pop e mais colecionável. Entre bolsas de pipoca e bonecos de prateleira, o filme deixa claro que, hoje, o desejo não está só na passarela, mas sim na experiência.
A seguir, as colaborações que estão transformando o lançamento do longa com Meryl Streep, Anne Hathaway e Emily Blunt em um fenômeno de consumo, com produtos tem-que-ter:
A “Butter Birkin”
A peça mais comentada não veio de nenhuma maison — e talvez seja justamente por isso que virou febre. Apelidada de “Butter Birkin”, a bolsa de pipoca em formato de handbag estruturada ironiza o símbolo máximo de status da moda, a icônica bolsa Birkin, da Hermès, mas de forma divertida. Feita em plástico vermelho, com alças rígidas e detalhes metálicos, ela mistura humor e desejo de pertencimento. Lançada por redes de cinema como ação promocional, esgotou em poucos dias e já circula no resale por valores até seis vezes maiores. Não é só um balde de pipocas, mas sim um código: quem carrega, sinaliza que entendeu a piada — e está dentro.

As bonequinhas Funkos
O fenômeno não para no acessório. A Funko entra no jogo com versões estilizadas de Miranda, Andy e Emily — personagens que ultrapassaram a tela para se tornarem arquétipos fashion. Distribuídos no Brasil pela Candide, os bonecos capturam traços essenciais: a imponência minimalista de Miranda, de Meryl Streep, a evolução estética de Andy, vivida por Anne Hathaway, e a elegância afiada de Emily, papel de Emily Blunt. É o tipo de objeto que transforma narrativa em objeto de culto e reforça o boom do colecionismo ligado à cultura pop.

A escova
A escova desembaraçante da Tangle Teezer ganha edição especial com estética que dialoga diretamente com o universo visual do filme: vermelho intenso e preto, como nos pôsteres. A proposta é simples, mas certeira, transformar um item cotidiano em extensão de identidade fashion. São dois modelos da linha The Ultimate Detangler: a versão regular, com preço sugerido de R$ 234, e a versão Mini, de R$ 219.

Pipoca no scarpin
Aqui, o balde de pipoca da Cinépolis vira caixa de sapato — com direito a scarpin vermelho como protagonista. Um aceno direto ao imaginário de luxo que o filme ajudou a consolidar. O objeto funciona como souvenir e statement.A pré-venda online começou no dia 10 de abril e as retiradas serão a partir do dia 27 na bomboniere da unidade onde foi comprado.

Cabelo com efeito de cinema
A TRESemmé marca aposta em uma edição limitada de spray capilar que conecta performance e estética editorial. A ideia é traduzir, em produto, aquele acabamento de capa de revista — algo que o filme sempre vendeu como ideal.

Esmaltes com storytelling
A coleção de quatro cores de esmaltes da Colorama vem com nomes que evocam o universo da trama, do glamour à ambição. Uma narrativa para as unhas que virou desejo fashionista. São quatro cores: Doce Rebeldia, Item de Luxo, Noite de Estreia e Veste Prada.

Maquiagem como personagem
A collab da Eudora entrega uma linha inteira de maquiagem como extensão de persona — quase um figurino: paleta robusta de 35 sombras, batons líquidos em quatro cores e canetas delineadoras em duas cores, todos batizados com referências ao roteiro.

Um luxo de carro
A Mercedes-Benz resgata o imaginário do primeiro filme – era o carro que transportava Miranda, personagem de Meryl Strrep, ao reposicionar o Classe S — agora em versão Maybach — como símbolo máximo de poder silencioso.

Fonte: veja.abril
