A virada dos 40: a fase em que mulheres estão escolhendo recomeçar

ColunasA virada dos 40: a fase em que mulheres estão escolhendo recomeçar


Entre Santa Catarina e São Paulo, Beth Maxx transformou a própria experiência com a menopausa induzida em propósito e ajuda mulheres a conquistarem autonomia, autoestima e potência nessa nova etapa da vida

Quando começou a enfrentar a menopausa induzida, Beth Maxx sentiu no próprio corpo as mudanças que tantas mulheres vivem em silêncio. Alterações hormonais, oscilações de humor, dificuldade para manter o mesmo ritmo e uma sensação inesperada de perda de identidade.

Mas, em vez de se enxergar como vítima da fase, ela decidiu transformar o desafio em virada de chave.

Natural de Santa Catarina e com atuação também em São Paulo, Beth é Educadora Física, pós-graduada em Coach de Saúde e personal trainer há mais de uma década. Especializou-se em atender mulheres que estão no climatério e na menopausa, ajudando-as a recuperar força, energia e autoestima por meio do movimento consciente e do treino estratégico.

“Eu precisei reaprender a olhar para o meu corpo com respeito. A menopausa não é o fim da feminilidade, é o começo de uma nova consciência”, afirma Beth.

A partir da própria vivência, ela desenvolveu uma abordagem que une fortalecimento muscular, disciplina, organização de rotina e autocuidado possível. Nada de promessas milagrosas. O foco é constância, equilíbrio metabólico e saúde a longo prazo.

arquivo pessoal

Beth Maxx

Beth acredita que muitas mulheres foram ensinadas a aceitar o cansaço, o ganho de peso e a queda de energia como algo inevitável. Para ela, entender as mudanças hormonais é fundamental, mas agir com estratégia é o que realmente transforma.

“O corpo muda, sim. Mas ele continua sendo potente. Quando a mulher entende isso, ela deixa de se sentir refém da idade e passa a se sentir protagonista”, explica.

Entre Santa Catarina e São Paulo, Beth acompanha mulheres que decidiram não apenas envelhecer, mas envelhecer bem. Mulheres que querem autonomia, independência e qualidade de vida.

Aos 47 anos, ela representa uma geração que está escolhendo se fortalecer em vez de se encolher. Porque essa fase não é sobre perda. É sobre reconstrução, consciência e liberdade.

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