É barato e funciona.
Mas comer sempre a mesma coisa cansa. E a monotonia é uma das maiores inimigas da constância alimentar.
Quando a dieta fica repetitiva, a chance de desistir aumenta. Além disso, variar fontes de proteína melhora a qualidade nutricional.
Aqui entra um conceito importante: biodisponibilidade. É a facilidade com que o corpo absorve e utiliza a proteína.
Nem toda proteína age igual no organismo. E diversificar é estratégia.
Alternativas animais: o poder do mar e da terra
Proteínas de origem animal costumam ter alto valor biológico. Ou seja, fornecem todos os aminoácidos essenciais.
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Ovos: a proteína de referência
O ovo é considerado padrão ouro. Simples, acessível e extremamente completo.
Benefícios claros:
Pode ser usado no café da manhã, almoço ou jantar e combina com quase tudo.
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Peixes: leveza e praticidade
Peixes são proteínas fáceis de digerir. Ideais para quem treina e busca recuperação muscular.
Atum e tilápia se destacam:
O atum enlatado ainda oferece conveniência extrema. Ótima opção para dias corridos.
Carnes vermelhas magras: força e micronutrientes
A carne vermelha não precisa ser vilã. Desde que o corte seja certo.
Cortes como patinho e maminha são aliados:
Consumidas com moderação, ajudam na performance. Especialmente em treinos de força.
Laticínios estratégicos: proteína com praticidade
Alguns laticínios concentram proteína. Com poucas calorias.
Boas escolhas:
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Iogurte grego natural.
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Queijo cottage.
Eles ajudam:
Funciona bem no pré ou pós-treino e também antes de dormir.
A força dos vegetais: sim, eles têm proteína
Proteína vegetal existe e funciona muito bem quando combinada corretamente.
Além disso, vem acompanhada de fibras. O que melhora a saciedade e o controle glicêmico.
Leguminosas: base da proteína vegetal
Feijão, lentilha e grão-de-bico são clássicos. E continuam atuais.
Eles fornecem boa quantidade de proteína, mas não são completos sozinhos.
A solução está na combinação.
Quando associados a cereais, como arroz ou quinoa, formam um perfil completo de aminoácidos.
É simples e eficiente.
Tofu e tempeh: tudo depende do tempero
Tofu e tempeh dividem opiniões, mas o problema raramente é o alimento.
É o preparo.
Dicas práticas:
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Marinar antes de cozinhar.
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Usar especiarias e ervas.
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Assar ou grelhar, em vez de fritar.
Bem temperados, ficam saborosos. E são ótimas fontes de proteína vegetal.
Grãos e sementes: pequenos, mas potentes
Alguns alimentos funcionam como reforço proteico.
Não são a base, mas ajudam muito.
Destaques:
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Quinoa.
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Sementes de abóbora.
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Chia e linhaça.
Eles somam proteína, fibras e micronutrientes. E elevam a qualidade da refeição.
Dicas de ouro para aproveitar melhor a proteína
Alguns ajustes fazem diferença real.
Não esqueça as fibras
Proteínas vegetais vêm com fibras. Isso prolonga a saciedade e melhora o intestino.
Resultado:
Atenção ao modo de preparo
Fritar pode anular benefícios e adicionar gordura desnecessária.
Prefira:
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Grelhar.
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Assar.
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Cozinhar.
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Refogar com pouco óleo.
A proteína continua lá, mas o impacto metabólico muda.
Custo-benefício importa
Nem sempre a melhor opção é a mais cara.
Algumas das proteínas mais eficientes são acessíveis.
Destaques econômicos:
Funcionais, baratos e nutritivos.
Variar é estratégia, não frescura
Frango funciona.
Mas não precisa ser exclusivo.
Variar fontes de proteína:
A melhor proteína é aquela que você consome com regularidade. E prazer.
Seu corpo agradece a diversidade.
Fonte: sportlife
