Brasil pode atrair R$ 4 trilhões com data centers, mas precisa remover barreiras, diz CEO da FS

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O Brasil tem potencial de receber R$ 4 trilhões em investimentos para infraestrutura de inteligência artificial nos próximos cinco anos. É o que estimou Alberto Leite, CEO do Grupo FS, durante sua participação no painel “Infraestrutura e Segurança na era da IA”, do NeoSummit IA.
Para o empresário, que anunciou no fim do ano passado a destinação de R$ 1,8 bilhão para construção de data centers no País, uma das grandes vantagens competitivas é a matriz energética baseada em fontes renováveis, o que pode ajudar a tornar os centros de dados mais sustentáveis.
Na visão dele, porém, o avanço da infraestrutura necessária para suportar o crescimento da IA pode ser freado se o governo não resolver com urgência dois gargalos: a insegurança regulatória e o sistema tributário.
“Data center é uma infraestrutura crítica. Ele transforma energia em produtos digitais com alto valor agregado, como o ChatGPT ou o WhatsApp. Mas é mais caro construir no Brasil do que em outros países, porque a carga tributária sobre equipamentos importados é altíssima”, disse Leite, em entrevista durante o evento do NeoFeed.
A crítica de Leite se estende à indefinição do “Marco Legal dos Data Centers”, anunciado pelo Ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Para ele, o Brasil corre o risco de seguir o caminho da Europa e regular demais uma tecnologia ainda em desenvolvimento.
“Enquanto não disserem o que é, como funciona, investidores e clientes ficam esperando. Isso segura o investimento”, opinou ele. “Não podemos frear a inovação com base no medo. Muitas das preocupações já estão contempladas na legislação atual”.
Além do aspecto regulatório, Leite defendeu incentivos à exportação de serviços de tecnologia, como acontece com o agronegócio:
“Temos a oportunidade de criar data centers sustentáveis e gerar empregos, impostos e valor agregado com a IA. Mas, para isso, o Estado precisa parar de atrapalhar e começar a viabilizar”.

Fonte: Neofeed

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